Crime foi registrado em março deste ano após uma pessoa informar que Silvio Martins Bonilha Filho foi assassinado e mantido trancado na casa onde morava. Suspeita teria roubado objetos do ex-companheiro com a ajuda de comparsas.

A Polícia Civil de Sorocaba (SP) anunciou, em uma coletiva de imprensa realizada na manhã desta quarta-feira (24), que a morte do advogado Silvio Martins Bonilha Filho, de 63 anos, é investigada como latrocínio. A principal suspeita de ter cometido o crime é a ex-companheira da vítima, que teve a prisão preventiva decretada.

O crime foi registrado em 15 de março deste ano, após uma testemunha informar que o advogado havia sido assassinado e mantido trancado na casa onde morava, em Tietê (SP). O denunciante teria apontado ainda a ex-companheira da vítima como autora.

Durante as diligências, os policiais localizaram o corpo da vítima dentro de um dos banheiros da propriedade. Os cômodos estavam revirados e com manchas de sangue.

Por meio de testemunhas e câmeras de segurança, a Polícia Civil identificou ainda a participação de outros três suspeitos no assassinato. O trio foi flagrado entrando e deixando o local do crime com diversos pertences pessoais da vítima.

A partir da identificação dos suspeitos, a Justiça expediu mandados de prisão preventiva contra os suspeitos. Na casa de um deles, foram localizados os objetos roubados.

Ainda segundo a Polícia Civil, durante o interrogatório, a mulher alegou que os outros três suspeitos teriam rendido ela e o advogado para roubar os itens de valor da casa. Ainda em depoimento, ela afirmou que flagrou o advogado abusando sexualmente de uma das filhas dela, momento em que desferiu as facadas.

Diante do desencontro de informações, entre elas, câmeras que flagraram a relação que os suspeitos mantinham antes do episódio, a polícia apontou que o crime havia sido premeditado e concluiu que os suspeitos tinham como objetivo roubar e assassinar Silvio.

Ainda durante a coletiva, a Polícia Civil informou que apenas a ex-companheira e um dos suspeitos, de 19 anos, permanecem presos.

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